Recorde do ouro: e agora? | Pílula de ETFs
Recorde do ouro: e agora? | Pílula de ETFs
Por Caique Cardoso | 13/11/2025 | 5 minutos de leitura
Justamente por seu potencial como reserva de valor, é comum que Bancos Centrais invistam em ouro. O Banco Central dos Estados Unidos, por exemplo, mantém mais de 75% de seus ativos em ouro físico, o que é importante para a composição de suas reservas, mas traz uma complexidade no transporte e segurança da custódia.
Agora investir em ouro ficou fácil.
Além da praticidade de negociação, o GLDI11 oferece acesso ao ouro, sem variação cambial, adicionado ao diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos.
Performance desde 2000 – Ouro e Diferencial de Juros vs Inflação Brasil (IPCA)

Nosso dinheiro tem um antagonista: a inflação.
Oportunidade de ouro
No mesmo período, o diferencial de juros acumulou performance de 10% ao ano. Somado ao ouro, essa performance seria equivalente a incríveis IPCA + 14% ao ano. Os títulos do tesouro ligados à inflação, por exemplo, estão com taxa cerca de IPCA + 7,7% ao ano.Além da capacidade de proteção à inflação, o ouro também tem funcionado como proteção de portfólio, seja por sua baixa correlação com os ativos de risco – o que significa que se comporta de maneira complementar a outros investimentos tradicionais – seja pela relação de segurança, principalmente em momentos adversos de mercado.
Em momentos de risco global, o ouro costuma apresentar uma performance positiva.
Preço do ouro em crises

2025: o ano dourado
Agora o investidor brasileiro pode investir em ouro de forma facilitada na bolsa, com o GLDI11.