Pílula de ETF: Ciclos de juros e investimentos
A última reunião do COPOM foi marcada pelo início de um novo ciclo de corte de juros no Brasil. Esse movimento diminui a atratividade do CDI, que tem sido uma classe desafiadora de superar, sendo destaque de performance nos últimos anos.
Por Leonardo Vasques | 30/08/2023 | 4 minutos de leitura
Os ETFs podem ser uma alternativa para acessar essa classe, com destaque para o IRFM11 que acumula uma alta de 11,76%, vs o CDI 8,71% no mesmo período. O gráfico abaixo ajuda a perceber uma performance superior do IRFM vs o CDI nos períodos que queda de juros – representados pela taxa Selic.
Vale notar também que, desde 2004, 96% dos retornos de 12M do IRFM foram positivos.


Além da performance em si, o IRFM11 traz alguns benefícios tributários, como:
- 15% de Imposto de Renda, independente do período do investimento
- Recolhimento automático, sem necessidade de emissão de DARF
- Não tem IOF e nem come-cotas
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