Ative o javascript para visualizar os dados.

Diversificação além das fronteiras

| Pílula de ETF

 

Diversificação além das fronteiras

Com o S&P 500, é possível acessar, em uma única estratégia, uma parcela representativa do mercado acionário americano.

Por Itaú Asset | 29/10/2026 | 3 minutos de leitura

Quando pensamos em investir no exterior, é natural que os Estados Unidos apareçam como um dos primeiros destinos.

E, nesse mercado, poucas referências são tão importantes quanto o S&P 500.

O índice reúne 500 das principais empresas americanas de grande capitalização e representa aproximadamente 80% do valor de mercado disponível nos Estados Unidos.

Na prática, investir no S&P 500 significa ter exposição a um conjunto amplo de grandes companhias da maior economia do mundo.

Para além dos Estados Unidos, o S&P 500 investe em empresas com atuação global com grande parte da receita com origem em outras geografias.

Receitas não-americanas dos componentes do S&P 500 por região

Gráfico 1

Mas por que isso é especialmente relevante para o brasileiro?

Um dos principais motivos é a diversificação. Ao investir apenas no Brasil, o patrimônio fica naturalmente mais concentrado na economia doméstica, que representa menos de 1% do mercado acionário global.

O S&P 500 permite ampliar esse universo e acessar empresas e setores diferentes, exercendo um papel importante para diversificação.

Além disso, existe o componente cambial. Para o investidor brasileiro, um investimento internacional combina duas fontes de variação: o desempenho das ações no exterior e o comportamento do real em relação ao dólar.

Por isso, a decisão de manter ou não a exposição cambial passa a ser uma parte importante da estratégia.

E é justamente aí que entram duas alternativas negociadas na bolsa brasileira: SPXI11 e SPXR11.

• SPXI11 Powered by Vanguard é uma alternativa para quem busca acompanhar o S&P 500 mantendo a exposição à variação cambial.
• SPXR11 oferece exposição ao S&P 500 sem variação cambial. Este ETF se beneficia ainda do diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos.

E tudo isso por meio de ETFs negociados na bolsa brasileira.

No fim das contas, investir internacionalmente não precisa significar escolher individualmente quais empresas serão as vencedoras do futuro.

Com o S&P 500, é possível acessar, em uma única estratégia, uma parcela representativa do mercado acionário americano.

Como o S&P 500 funciona?

Investir no S&P 500 significa ter exposição a um conjunto amplo de grandes companhias dos Estados Unidos. O índice reúne 500 das principais empresas americanas de grande capitalização e representa aproximadamente 80% do valor de mercado disponível no país. Além disso, suas empresas têm atuação global e parte de suas receitas tem origem em outras geografias.

Por que investir no S&P 500 pode contribuir para a diversificação do investidor brasileiro?

O S&P 500 permite ampliar o universo de investimentos para além do Brasil, dando acesso a empresas e setores diferentes. Ao investir apenas no mercado brasileiro, o patrimônio fica naturalmente mais concentrado na economia doméstica, que representa menos de 1% do mercado acionário global. Por isso, a exposição ao S&P 500 pode exercer um papel importante na diversificação.

investir bem é investir com informação

fique por dentro dos nossos insights e análises

Ao se cadastrar, você declara estar ciente dos nossos Termos de Uso e Política de Privacidade.