Ciclos de queda
Pílula de ETFs | Ciclos de queda
Por Renato Eid | 10/09/2025 | 4 minutos de leitura
Esse é o retrato perfeito de um ambiente VUCA: Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo.
E é justamente aqui que os ETFs da Itaú Asset brilham: liquidez, transparência, baixo custo e agilidade operacional para navegar em meio à incerteza:
- SPXR11 (S&P 500 Hedgeado) – acesso ao mercado acionário americano, resiliente mesmo com tarifas e incerteza global sem exposição cambial. Também remunera o investidor com o diferencial de juros entre Brasil e EUA, hoje em mais de 10,5% ao ano.
- T10R11 (Treasuries de 10 anos Hedgeado) – proteção em cenários de recessão e volatilidade. Se as taxas caem, os preços sobem. E, assim como o SPXR11, o investidor ainda captura o diferencial de juros Brasil–EUA.
- DIVO11 (Dividendos Brasil) – exposição a empresas pagadoras de dividendos, gerando renda relevante para o investidor.
- IDKA11 (Renda Fixa 3 anos Brasil) – a Selic em queda abre espaço para valorização dos títulos prefixados curtos. Com acesso a 100% de Tesouro Prefixado, o IDKA11 é um veículo eficiente para capturar esse movimento.
- B5P211 (Proteção à Inflação de Curto Prazo) – em um cenário de incerteza global, protege contra inflação com risco reduzido, investindo apenas em Tesouro IPCA+ curto.
Retorno acumulado 2025

O investidor que tenta cravar o momento certo de entrar ou sair do mercado pode até acertar uma vez… mas quantas vezes seguidas? Já quem escolhe diversificar e permanecer investido constrói resiliência e aproveita o poder dos ciclos, sem precisar prever o futuro.
Em um mundo em que o Fed inicia cortes, a Selic entra em trajetória de queda e os mercados oscilam entre narrativas de inflação e recessão, a diversificação com ETFs não é apenas uma alternativa: é uma estratégia inteligente para transformar incerteza em oportunidade.
E você, está diversificado o suficiente para não depender do “timing perfeito” do mercado?