Bitcoin e Inflação
Conhecido também como Ouro digital, o Bitcoin é frequentemente relacionado a um hedge (proteção) contra inflação, como potencial reserva de valor.
Por Alexandre Frade | 23/05/2023 | 4 minutos de leitura
- Limite de emissão de moedas: enquanto os bancos centrais podem emitir moeda, e o valor de cada moeda pode decrescer no tempo, o Bitcoin tem um limite de 21 milhões de moedas o que confere um caráter decrescente que ao longo do tempo, o manteria “à prova” de inflação ao longo do tempo;
- Escassez programada: Como a cada 4 anos o Bitcoin tem a redução pela metade da recompensa de mineração (Halving)

- Descentralizado por natureza: o Bitcoin não tem vínculo direto com nenhuma economia específica.
Do outro lado da argumentação, está a discussão de que a volatilidade, historicamente alta, torna mais difícil ver o instrumento como uma reserva de valor e a convergência da correlação com outros ativos de risco, em momentos de aversão de mercado.
Criptomoedas são um fenômeno de investimento relativamente novo e recentemente a adoção por mais tipos de clientes -inclusive grandes investidores – tem contribuído para diminuir a volatilidade das criptomoedas, principalmente do Bitcoin.
ETFs são conhecidos por oferecer uma solução eficiente e prática de investimento e podem oferecer acesso ao Bitcoin, como é o caso do BITI11, que investe em Bitcoin com a segurança e sofisticação da Itaú Asset.
Para investir nos BITI11, busque a corretora de sua preferência.