A nova corrida por Inteligência Artificial
O próximo capítulo da IA passa pela memória
Por Itaú Asset | 17/09/2026 | 3 minutos de leitura
A empresa que mais acelerou crescimento dentro dessa cadeia não foi a NVIDIA, mas a Micron, que registrou receita superior a quatro vezes o nível observado um ano antes e alcançou sua maior margem bruta histórica. Em uma indústria tradicionalmente associada a produtos de baixo diferencial, o resultado chamou atenção do mercado.
O fenômeno reflete uma demanda crescente por memória de alta performance, componente indispensável para a operação de data centers, modelos de IA e aplicações avançadas de computação.
Tecnologia além dos chips
O avanço da IA também continua beneficiando outras empresas presentes no TECK11.
A Amazon segue expandindo sua relevância por meio da infraestrutura de nuvem, enquanto Microsoft, Alphabet e Meta mantêm investimentos bilionários para ampliar sua capacidade computacional e desenvolver novos produtos baseados em IA.
Ao mesmo tempo, o mercado tem mostrado que crescimento isolado já não é suficiente.
Em diversos casos, a reação dos investidores passou a depender da capacidade das empresas transformarem investimentos em receitas e geração de caixa. O foco não está apenas na expansão dos gastos, mas na comprovação dos retornos obtidos com eles.
Performance 2026: Portfólio de ações do TECK11 (com variação cambial)

Não basta estar certo. Os números de 2026 reforçam uma característica importante do setor de tecnologia: identificar a tendência correta nem sempre significa acertar o principal beneficiário econômico daquele movimento.
A Inteligência Artificial continua transformando diferentes etapas da cadeia tecnológica. Em determinados momentos, o valor pode estar concentrado nos chips. Em outros, na memória, na infraestrutura de nuvem ou nas aplicações que utilizam essa capacidade computacional.
A importância da diversificação: o TECK11 permite acessar esse ecossistema por meio de uma carteira que reúne algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo, capturando diferentes vetores de crescimento dentro do mesmo ecossistema.
Em 2026, enquanto o S&P 500 acumula alta de 3,9%, o TECK11 avança 8,9% (até 15set26), refletindo a força contínua dos segmentos mais ligados à inovação tecnológica.